BPI e Crédito Agrícola entram na guerra dos spreads

Os bancos continuam a lançar novas ofertas competitivas no mercado. O Bankinter foi o primeiro a baixar da fasquia dos 1%, com uma margem de lucro mínima de 0,95% A guerra de spreads no crédito habitação soma e segue, como forma de tentar atrair clientes e dar mais empréstimos para a compra de casa em Portugal.

Os mais recentes candidatos, que agora também se juntaram à “corrida”, são o BPI e o Crédito Agrícola: ambos decidiram rever em baixa as suas margens mínimas para 1,1% nos preçários de outubro, segundo a informação que consta nos sites dos respetivos bancos. A liderança continua a pertencer, de resto, ao Bankinter. O banco espanhol deu o tiro de partida em plena crise económica, atualizando já em setembro o preçário deste tipo de financiamentos para 0,95%, sendo o primeiro banco a baixar a fasquia dos 1% nos últimos anos. Recorde-se que este tem sido um movimento acompanhado por várias instituições financeiras ao longo dos últimos meses: o BCP baixou o preço mínimo para 1%, em março, com o Santander a igualar este valor pouco tempo depois.   Já o Banco CTT e Eurobic têm uma margem de lucro mínima de 1,1%, igualada recentemente pelo Montepio que, além do spread, lançou uma campanha em que dá 1% do valor do crédito à habitação em cartões pré-pagos da Worten. Atualmente, a oferta menos competitiva é a do Novo Banco, que se mantém com um spread mínimo de 1,25%. Segue-se a CGD, com uma margem mínima de 1,23%.

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